sábado, 21 de julho de 2007

SONHOS DESAFOGADOS

É por entre as sedas de finos lençóis de volúpias que perdi o meu corpo em desejos desafogados d sonhos desbotados pela dor de não te ter, mas por entre a singela lembrança, de abraços trocados em noites de esperança, deixo meu sono voar em cada anoitecer! E na calmaria da noite, quando o mocho nos observa sem se deixar ver, o teu sorriso se desenha na porta do meu quarto e tu me agarras desafogado, doido por me corromper! Mas meu coração se sobrepõe ao fogo da tua paixão, e no teu olhar procura ver se o fogo se transforma em ilusão, e com o maior carinho que me podias demonstrar um beijo me é depositado naquela varanda ao luar, e nesse momento, quando para mim teu amor havia perdido, eu vejo o mesmo das cinzas renascido, e ao corpo dou a beber o fogo que me estavas a oferecer!
Deixei-me beber dessa fonte, cálida mas fria, como seria o meu amanhecer, porque o sonho nada deixa, apenas uma queixa, que a lágrima mostra ao escorrer, pois a beleza do mesmo se desvanece, quando a mente se entristece, pela realidade ver!


Por mais que não acordes ao meu lado, por mais que não veja teu sorriso, foste e serás aquele, que eu quis beijar ao amanhecer! Mas o destino desenhou o final desta história com gosto amargo, e com o teu sorriso encantado, vi-te da janela desaparecer... Um beijo doce

3 comentários:

filipe guerra disse...

Obrigado pela visita no meu blog. Também volatrei a passar por aqui mais vezes...

jguerra disse...

Belo! Gostei das imagens, do jogo de linguagem.
Bom domingo.

Paula Raposo disse...

Obrigada pelas palavras num dos meus espaços. Também gostei do que li aqui. Beijos.