segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Feliz Ano Novo 2008








Estes são os votos sinceros de:
Naty

sábado, 15 de dezembro de 2007

A MINHA ARVORE DE NATAL



















Eu queria que neste Natal

Todos nós armássemos,

Dentro de nossos corações,

Uma pequena árvore de natal.

E que nela ao invés de brinquedos, roupas,

Telemóveis, e tantas outras quinquilharias,

Que compramos e damos uns aos outros,

Pendurássemos, ao lado daqueles

A quem queremos bem e amamos,

Os nossos mais importantes

Sentimentos, valores e princípios.

Amor, amizade, consideração, lealdade,

Sinceridade, franqueza, honestidade

e sobretudo humanidade.

Sim, eu desejava que o Natal não fosse

Apenas uma data para almoços e jantares festivos.

Para darmos e/ou trocarmos presentes.

Mas, sim, uma data para relembrarmos

De nossos amigos e familiares que estão distante.

E dos que se foram, para não mais voltar.

Muitos deles esquecidos.

Pois, com o passar do tempo,

Os delatamos de nossos corações.

E, também, lembrarmos dos amigos

E familiares que, por estarem mais pertos de nós,

Tantas vezes, esquecemos.

Lembrando deles apenas em certas datas.

Sem deixarmos, de lado,

Num canto qualquer de nossos corações,

Os que vemos a cada dia

E com quem convivemos.

E que estão sempre presentes, ou quase,

Em nossas vidas.

Os fiéis e os mais ou menos.

Aqueles que sempre buscam desculpas

E a tudo justificar!

Até mesmo os que nos momentos difíceis,

De nossas vidas, não souberam estar

Ao nosso lado e nos apoiar.

Mas que nas horas felizes e alegres

Sempre se fizeram presentes.

Sim, queria não esquecer aqueles

A quem magoei, mesmo sem o desejar.

Ou que me feriram sem nenhum motivo real.

Sim, neste Natal encontro espaço,

Dentro de meu coração,

Para os que não conheci como gostaria.

E para aqueles me mostraram apenas

O que desejavam me mostrar!

Embalagens, rótulos e aparências!

Sim, quero ter dentro de mim,

Em minha árvore de natal, todos!

Os poucos que me devem alguma coisa!

E os muitos a quem tanto devo!

Os amigos discretos, tímidos e humildes

E aqueles, espaçosos, invasores

Exclusivistas, ciumentos e possessivos...

Sim, quero uma árvore de Natal

Com a presença viva de todos eles!

Sem que nenhum seja, por mim, esquecido!

Uma lista longa com todos aqueles

Que passaram, fizeram e fazem parte,

Por menor que seja, em minha vida.

Sim, quero que uma árvore de Natal

Bem pequena.

Mas com raízes bem firmes e profundas

Que contenha todos!

Para que jamais, por mim,

Qualquer um deles,

Seja tão-somente um alguém que passou!

Nem que sejam arrancados, de meu coração,

Pelo tempo ou pelo esquecimento!

E é por tudo isso e muito mais

Que a minha árvore de natal é feita de vida!

De sentimentos e de amor!

Vida através de mil cores!

De cores que estarão presentes,

Dentro de todos nós,

Durante toda a existência!

Com a suprema bênção do Ser Supremo

Que com os Seus olhos,

Sem precisar de palavras,

Esteja onde estiver,

Certamente nos desejará,

UM FELIZ NATAL

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Casas Mortas Casas Vivas

Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza. E você logo responderá que casa é algo inanimada.
A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.
Entretanto, casas existem que são mortas. Vocês entram e sente em todos os cómodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.
Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.
Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.
Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontracção, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.
Por isso mesmo parecem mortas.
As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.
No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.
Em todos os cómodos se reflecte a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.
Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.
A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo de água, um café, um pedaço de pão.
Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.
Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.
Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.

As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.
* * *
O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante é as coisas, não as pessoas.
Manter o asseio, a ordem é correcto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.
Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.
Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

URGENTE

Envio para ti, porque sei que o reencaminharás para muita gente
Pedido de sangue!

Por motivo de doença grave, um amigo está hospitalizado à
espera de ser operado.
Ainda não o foi porque tem um sangue raro (B-).
Pede-se a quem tenha este tipo de sangue que contacte com urgência:

Luís de Carvalho - 931085403
Pedro Leal Ribeiro - 222041893 Fax: 222059125


Se não puderes ajudar, por favor divulga este e-mail. Não
custa nada passar
HOJE POR ELE AMANHÃ POR TI

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

AS CHUVAS DOS OLHOS

As Chuvas dos Olhos
“Chove. Na fonte das águas, chove. Na fronte das lágrimas do pretérito calado. Lavando a chuva dos olhos cansados. Chovendo nos mares, nos mares amados.” Há quanto tempo você não chora? Há quanto tempo seus olhos não são inundados por lágrimas, por estas pequenas gotas que parecem nascer em nosso coração? Há quanto tempo? Assim como o fenômeno natural da precipitação atmosférica, a chuva, realiza o trabalho de purificar a terra, a água e o ar, também nossas lágrimas têm tal função. A de limpar nosso íntimo, a de externar nossas emoções, sejam elas de alegria ou de pesar. Precisamos aprender a expressar nossos sentimentos. Nossa cultura possui conceitos arraigados, como o de que “homem não chora”, ou que “é feio chorar”, que surgem em nossas vidas desde quando crianças, na educação familiar, e acabam por internalizarem-se em nossa alma, continuando a apresentar manifestações na vida adulta. Sejamos homens ou mulheres na Terra, saibamos que todos rumamos para a busca da sensibilidade, do autodescobrimento, e da expressão de nossos sentimentos. Tudo que deixarmos guardado virá à tona, cedo ou tarde. Se forem bons os sentimentos contidos, estaremos perdendo uma oportunidade valiosa de trazê-los ao mundo, melhorando nossas relações com o próximo e conosco mesmo. Se forem sentimentos desequilibrados, estaremos perdendo a chance de encará-los, de analisá-los, e de tomar providências para que possam ser erradicados de nosso interior. As barreiras que nos impedem de nos emocionar, de chorar, são muitas vezes as mesmas que nos fazem pessoas fechadas e retraídas. Barreiras que carecemos romper, para que nossos dias possam ser mais leves, mais limpos, como a atmosfera que recebe a água da chuva, e nela encontra sua purificação. As chuvas dos olhos fazem um bem muito grande. Desabafar, colocar para fora o que angustia nosso íntimo, ou o que lhe dá alegria, é um exercício precioso. Um hábito salutar. Dizer a alguém o quanto o amamos, quando este sentimento surgir em nosso coração – mesmo sem um motivo especial -, será sempre uma forma de fortalecimento de laços. De construção de uma união mais feliz, e principalmente, um recurso para elevarmos nossa auto-estima, nosso auto-amor. * * * Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar. Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas, e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza.