domingo, 20 de janeiro de 2008

AGENTES DA MENTIRA E DO MAL

Quantos de nós, escritores, poetas e jornalistas, depois que a NET se criou e desenvolveu-se, ao ponto de atingir cerca de vinte milhões de brasileiros, não foi vítima de acusações, injúrias, calúnias, difamações, fofocas e futricas, umas mais outras menos ofensivas que, quase sempre, visavam denegrir e arruinar a reputação de quem tem talento, cultura, inteligencia, sensibilidade e o dom para bem escrever.

Sim, quanto, chegaram, até mesmo, a pensar em desistir de escrever para as suas amigas e os seus amigos e, consequentemente, para a NET.

Em razão da existência de pessoas, homens e mulheres, cujos traços de maldade, de inveja e de despeito os levam a não aceitar nem conviver com o sucesso dos outros.

E, pior, os conduzem a acusar, indevidamente, sem provas, aqueles que escrevem, para ajudar tantos, de plágio, de cópia, de clonagem, etc.

Quando, em geram, são eles próprios os que se aproveitam dos escritos dos outros e fazem aquilo de que os acusam, abusiva e caluniosamente.

Não raro também, retiram os creditos de autoria, de muitos autores, colocando a sigla AD, autor desconhecido, para que assim o mérito do escritor seja suprimido com a ausencia de seu nome.

No meu caso fui vitima e ainda sou, de quando em vez, de "barraqueiras e barraqueiros de plantão", que tentam, sem nunca o conseguirem, apagarem ou diminuirem os meus méritos que foram adquiridos através de 40 anos de atividade como escritor, poeta e jornalista.

Assim, já tentaram de tudo incluso uma " Sra." que divulgou que eu sofria processos por plágio e quando instada e obrigada a citar quais, em que varas e em que cidades e estados calou-se.

Por saber que isso era mentiroso e não correspondia a verdade, pois em nenhum lugar tenho processo de qualquer espécie, contra mim, como réu.

Mas ela nunca confessou sua maldade e essa sua felonia através dos mesmos canais, grupos, etc., a que pertencia e por onde espalhou tais mentiras.

Outra, que se esconde atrás de um nick, pouco tempo atrás, sabendo que eu estava viajando me acusou de usar o papel de fundo em que ela escreveu um texto erótico esquecendo de forma deliberada que antes já tinhamos feito duetos e entrelaces com os papéis de fundo dela (!!!!).

Esqueceu-se (!!!!!) talvez, por não ter carater nem dignidade, que na verdade o que houve foi um mero esquecimento meu de colocar o seu nome, junto ao meu, providenciado no mesmo dia e repassado de forma correta para todos os de minha lista.

Claro está que ninguém seria tão burro de fazer um poema apenas inspirado em outro, sem sequer uma frase idêntica, usando o papel de fundo do texto que serviu para ele fazer o dueto.

Mas mesmo sabedora de tal fato para uma "barraqueira", que se esconde atrás de pseudônimo, tudo vale para aparecer e ser falada.

E, pasmem, ela mandou suas acusações injuriosas, na minha ausência, para mais de 12 grupos!

Infelizmente, ela precisava disso para ser notada!

Pois esta " Sra." nunca teve reconhecimento de nós, os verdadeiros poetas, pois só escreve pornografia barata e medíocre, sem nenhum valor literário.

Mas o que esse tipo de gente quer é ser falada seja como e pelo que for!

Mesmo que seja através dos ditos barracos.

Pois só assim elas aparecem e de quebra tentam danificar e lançar dúvidas sobre a reputação alheia.

São pessoas do mal e como tal não possuem amigos.

Os "amigos" de hoje, em um mês ou mais, serão os futuros inimigos!

Pois eles e elas não sabem o que é uma verdadeira amizade.

São os aproveitadores da fama alheia e correm para pegar carona no sucesso dos outros.

Assim acontece também com certos ditos " poetas" que participam de todas as cirandas, com escritos (???) de baixa qualidade, que fariam acordar do túmulo poetas como Clarice, Bandeira, Araujo Jorge, Drummond, etc.

E é com gente deste nível que está a NET esta cheia!

Felizmente conhecemos e sabemos bem os seus nomes.

Talvez por isso eu não participe de cirandas sejam elas de quem forem ou patrocinadas por quem quer que seja!

E reparem como os primeiros que aparecem nelas são sempre os mesmos!

É um "clube do bolinha e da luluzinha", em geral, para divulgar "os amigos e amigas de clube".

E só eles!

Pois alguém, realmente sério, acredita que vai ser lido um poema que aparece no final de uma ciranda com entre 30 a 80 participantes!

E isso, quase sempre, é feito com evidente má fé visando distinguir os que participam de certos grupos sem que o critério da qualidade e do conjunto da obra de cada autor seja levado em conta.

Assim, como não me move o desejo de ser famoso ou de aparecer por aparecer, passo longe de todas elas!

Mesmo sabendo que umas poucas são feitas de forma honesta e com lisura de propósitos!

Mas prefiro não abrIR mão de meu nome e de minha reputação que a cada dia cresce, devido a minha coerencia e as minhas ações e atitudes claras e bem definidas!

E sempre dignas e honradas!

Por isso não é a toa que tenho 11 livros publicados no exterior e cerca e, hoje, 2390 poemas e mensagens escritos e repassados através da NET.

Quantidade e qualidade que nenhum deles, os falsos poetas, sequer pode nem pensar em alcançar!

Não por mérito meu!

Mas porque Deus me concedeu o dom de poder ajudar, com os meus escritos, muitos que precisam de uma mão e de uma palavra amiga.

Assim, longe de me considerar o melhor ou alguém único, apenas busco ser, de forma humilde e sincera, um escritor, poeta e jornalista que é verdadeiro e sempre escreve o que sente e pensa.

Sem limites, nem censuras ou restrições de qualquer espécie.

Uma homem que não faz inimigos e que se os possue é de forma gratuita sem razões nem porques!

Cada dia mais ciente que a existência destas pessoas, que buscam derrubar a todos que possuem talento e que sabem escrever, significa esperar que, a qualquer momento, novas acusações e mentiras lhe sejam assacadas e dirigidas.

Outra realidade muito comum, no meu caso, que me faz rir, se mostra quando tomo conhecimento de mais um caso ou de uma amante a quem me é imputado ter uma relação.

Uma relação de e entre fantasmas pois não me envolvo amorosamente com ninguém da NET.

E, nem muito menos, tenho caso ou casos com quem quer seja.

E quando quiser ter, e é um meu direito, saberei escolher a pessoa certa!

Tais insinuações são provocadas em razão da reprodução real e viva do conto da Raposa e das Uvas onde determinadas mulheres quando não são, por mim, atendidas em suas pretensões, inventam fantasias amorosas sexuais com o meu nome e, é claro, com outros poetas, tambem.

Amores virtuais que não são nem nunca foram alimentados por mim!

Por saber que nada apenas virtual é real e sobrevive.

Mas todos nós sabemos que faz bem o ego de certas mulheres dizer para as amigas e para os amigos que estão tendo uma relação amorosa com o poeta Romanelli e com outros, tambem conhecidos, mesmo sabendo que não estão!

Quanto aos agentes do mal estes nunca descansam e certamente voltarão a atacar!

ROBERTO ROMANELLI MAIA

DECLARAR AMOR

Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.

A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.

Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.

E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.

Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.

Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.

O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestiona-la, lhe disse: pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar e o seu marido.

Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:

- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.

Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada. Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura.

A resposta do marido foi curta, mas precisa:

- Ela tem de ficar boa.

Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta. O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.

Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.

O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:

- Querida, eu vou fazer você ficar boa.

- Por que? Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.

- Porque você representa muito para mim.

Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.

- Você nunca me disse isso.

- Estou dizendo agora.

Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.

Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.

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É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.

É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.

A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.

Quem diz ao outro: eu amo você, expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Carta aberta de um Pai ao 1º Ministro

Sua excelência senhor Primeiro-ministro, quem lhe fala é um pai, um pai normal que trabalha e paga impostos um pai que se revolta com a absurdidade cada vez maior desta terra.

Vossa excelência desconhece a existência deste pobre habitante de um país infeliz que o tem a vossa excelência como o primeiro dos Ministros, sou um, entre os milhares de pobres diabos, que vivem do trabalhito, que pagam impostos, que descontam por tudo e por nada, que aceitam, mal ou bem as barbaridades que lhes são impostas e que pagam com o seu trabalho os lautos ordenaditos que entre os demais, vossa excelência aufere.

Fiquei exultante, quando o vi anunciar incentivos à natalidade, comecei a acreditar que vossa excelência, teria finalmente idealizado algo que iria beneficiar quem paga toda esta estúrdia, erro crasso, depois de ouvir o seu discurso fiquei a perceber que era mais um fogacho, mais uma medida feita à medida do paiszeco miserável que somos, mais uma inenarrável estultice.

Então propõe vossa excelência mais uns tostões pelo segundo filho, e junta mais uns tostõezitos pelo terceiro, adorei confesso foram de novo os incentivos às famílias numerosas, da Torre da Marinha aos
acampamentos de barraqueiros nómadas aquilo é que foi festejar.

Sim, porque senhor ministro, com algumas raras excepções só existem famílias numerosas nas desocupadas das revistas cor-de-rosa, do bairro fino em que o marido é assessor de um qualquer ministro e ganha 5 ou 6 mil euros por mês, ou nos bairros da rataria onde os vários subsídios por cabeça fazem com que facilmente embolsem mil ou 2 mil euros por mês, quanto a todos os outros, nós os que trabalhamos, e descontamos e pagamos impostos, ainda temos de pagar creches, infantários, amas, livros, escolas, pediatras, fraldas medicamentos e tudo o resto, para esses vossa excelência não ofereceu nada, alias, ofereceu sim, com esta sua medida vamos ainda pagar mais para alimentar essa escumalha toda.

Permita-me, vossa excelência, que lhe dê umas dicas, caso algum dia vossa excelência queira realmente fazer algo para incentivar a natalidade, eis algumas coisitas insignificantes que realmente podem contribuir para a tal natalidade.

Vossa excelência pode começar por dotar o país de uma rede de creches e infantários públicos com qualidade e horários flexíveis, que permitam a nós os imbecis que lhe pagam o seu ordenado, poder trabalhar descansado sabendo que os nossos filhos estão em segurança, olhe terá visto esta prática quando visitou a Finlândia, eles por lá tem essa mania da protecção social, os tansos.

Poderá vossa excelência, criar legislação que promova uma licença de parto verdadeira, não esta coisa aberrante que temos por cá, no mínimo um ano de licença integralmente paga, não esta palhaçada de 4 meses ou 5 a 80%, poderá criar ainda mecanismos de fiscalização sérios, que façam cumprir a legislação, já que por cá a flexisegurança já chegou há muitos anos.

Em querendo de verdade incentivar a natalidade, vossa excelência poderá também, mudar a política de manuais escolares, não sei se viu lá na Finlândia os manuais escolares pertencem à escola e só mudam de 5 em 5 anos depois de estarem gastos, os mesmos livros servem de aluno para aluno sendo substituídos e pagos pelos pais se o aluno o danificar por algum motivo, os livros ficam na escola, quando acabam as aulas os alunos vão mais leves, previne-se assim as lordoses e as escolioses a que as nossas crianças estão sujeitas tal é o peso da livraria que têm de carregar às costas, como vê senhor primeiro-ministro o modelo finlandês é giro, pena que no que tem de bom o senhor não pega e traz para cá.

Em estando realmente interessado em promover a natalidade, vossa excelência poderá até cometer a loucura de voltar a abrir escolas, a dar condições para revitalizar o interior a construir um país a sério que realmente funcione, estando realmente interessado em promover a natalidade, vossa excelência promoverá condições para impedir os milhares de compatriotas que saem para a emigração à procura de dignidade para a sua vida, coisa que no país deles não conseguem.

Senhor Primeiro-ministro, com o alarde que vossa excelência propagandeou esse tal incentivo à natalidade, realmente cheguei a pensar que vossa excelência finalmente teria enveredado pelo firme desígnio de realmente governar para quem produz, para quem faz mover as engrenagens desta terra, mas não, mais uma vez, a montanha pariu um rateco, enfezado e raquítico, mais uma vez se beneficia o rebotalho e os inúteis, deixando de fora e castigando quem realmente sustenta toda esta cloaca, em que está transformado este país.


Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia

domingo, 13 de janeiro de 2008

PREVISÕES PARA 2008

Manoel de Oliveira grava sequela de Aniki Bóbó utilizando apenas câmaras de vídeo vigilância da zona da Ribeira no Porto.

Nossa Sr.ª faz aparição em poste de muito alta tensão.

Sócrates nomeia Armando Vara para presidente do Benfica.

Francisco Louçã usa uma gravata durante uma sessão da AR.

Sempre inspirado por Sarkozy, mas à sua escala, Luis Filipe Menezes começa a namorar com Mafalda Veiga.

Carlos Cruz é nomeado director de programas da RTP.

BCP lança campanha de "spread 0" para militantes do PS, com as quotas em dia.

Joe Berardo inscreve-se em curso de terapia da fala e já consegue cantar as canções mais complicadas de Sérgio Godinho.

ASAE lança franchising de restaurantes de fast-food .

Vanessa Fernandes será a nova namorada de Cristiano Ronaldo.

Galp descobre petróleo debaixo do capachinho de Fernando Gomes.

Julgamento Casa Pia é anulado porque as vitimas, que entretanto envelheceram e sofrem de alzheimer , não conseguem depor a mesma história que descreveram no início do processo.

Mourinho é vencedor da Liga do Jornal Record.

Pedro Santana Lopes assume paternidade de Ribau Esteves.

Selecção Nacional de Rugby ganha finalmente um jogo.

Marques Mendes só é visto no último trimestre de 2008 numa câmara de vigilância da Zara Kids.

Tratado de Lisboa fica sem efeito pois Sócrates rubricou "Sócrates O Magnifico" em todas as páginas.

Scolari consegue feito inédito ao ser campeão da Europa só com empates.

Isaltino Morais é o primeiro presidente de câmara a usar pulseira electrónica.

Ministro da saúde Correia de Campos encerra-se no seu próprio gabinete e engole a chave.

Governo escolhe a barragem do Alqueva para localização do novo Aeroporto de Lisboa. A grande obra de engenharia obriga à drenagem e terraplanagem da barragem. Só o orçamento da obra demorará 2 anos a ser feito.


Um Bom Ano para todos.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

O verdadeiro amor começa quando nada se espera em troca

Eu sou o sol que aquece a vida, em nome da vida que criou o sol.

Sou eu quem reverdece o campo em beijos cálidos após a demorada invernia.

Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas, a fim de que se ergam, e as desiludidas, para que recomecem o trabalho do próprio crescimento.

Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas, impedindo-os de experimentar deperecimento.

Sou eu a música que enternece o revoltado, e sou o poema de esperança que canta alegria onde houve devastação.

Por onde eu passo, um rastro luminoso fica vencendo a sombra que cede lugar à claridade libertadora.

Eu sou o medicamento que restaura as energias abaladas, e sou o bálsamo que suaviza o ardor das chagas purulentas que levam à agonia e à alucinação.

Sou a gentileza que ouve pacientemente a narrativa do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária, conquanto a aflição se espraie entre as criaturas.

Eu sou o fermento que leveda a massa e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.

Sou eu a paz que visita o terreno árido, adornando-lhe a paisagem fúnebre.

Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa para aromatizar os seres e os jardins.

Sou eu a consolação que sussurra palavras de fé aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que já não confiam em ninguém, aturdidos pelas frustrações e feridos pelas dores pungentes.

Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles que são tidos como mortos ou que estão adormecidos, a fim de que possam voltar ao convívio dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.

Sou eu a água refrescante que sacia a sede de todas as necessidades e limpa os detritos da alma degenerada, preparando-a para os renascimentos felizes.

Eu sou o hálito divino sustentando a criação e penetrando por todas as partículas de que se constitui.

Convido minha irmã, a fé, para que ofereça resistência ao viajor cansado e o alente em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.

Eu me apoio na irmã esperança que possui o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.

Quando elas chegam, o prado queimado se renova, porque se me associam, fazendo que arrebentem flores e frutos onde a morte parecia dominar...

As duas, a fé e a esperança, constituem os elementos vitais da minha alma, a fim de que permaneça conduzindo todos os seres.

O Senhor enviou-me em Seu nome, com a missão de lembrar a Sua presença no Mundo, desde quando me usou para que as criaturas que Lhe desafiaram a justiça e a misericórdia, pudessem recomeçar o processo de evolução.

Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.

Eu sou a caridade!

* * *

A caridade para ser legítima não dispensa a fé que lhe oferece vitalidade; e esta para ser nobre deve firmar-se no discernimento da razão como normativa salutar.

Esta é uma história real


Esta é uma história real.
Diz respeito a uma menina que bem poderia ser a desta imagem.
No tempo onde não havia ainda tratamento conhecido para poliomielite, esta garotinha foi assistida por um médico que acreditou poder faze-la andar novamente.
Ela era colocada em pé, assim mesmo na areia da praia, e lhe era solicitado que andasse até o mar. Ela tentava...e caia.
- Eu não consigo andar - dizia ela aos prantos.
Era então erguida nos braços desse médico que a levava até o mar. Colocava a menina na água e pedia para que movimentasse as pernas. Ela tentava...mas a força das ondas eram maiores do que a de seus músculos atrofiados pela doença.
- Eu não consigo nadar - respondia soluçando.
Foi ai então que este jovem médico teve uma idéia.
Colocou-a na areia, e foi cobrindo suas pernas com areia molhada.
Disse então mostrando um pequeno pote de plástico:
-Vou escrever tudo o que você não consegue neste papel. E vamos colocar dentro deste pote de plástico. Fechar e enterrar. Diz para mim criança tudo o que você não consegue.
E a menina foi dizendo...
EU NÃO CONSIGO...isto e também aquilo...
Ele escreveu todos os "eu não consigo", colocou dentro do pote, fechou e entregou para a menina dizendo:
-Agora, você vai enterrar todos os "eu não consigo". Para fazer isso deve sair debaixo dessa areia molhada que está prendendo tuas pernas. Se o fizer, irá enterrar nessa areia todos os NÃOS...e como mágica irá conseguir os SIM...eu consigo, e vou andar.
Superando o NÃO, esta menina conseguiu se livrar da areia que parcialmente lhe enterrava. E com muita alegria enterrou o pote dos "Eu Não Consigo".
E foi assim que, toda a vez que ela tentava andar e caia, ao dizer "eu não consigo", esse médico dizia para ela:
-Ah, isso não é mais possivel você argumentar. Já está enterrado, lembra?
E ela voltou a andar.
Hoje "eu consigo" contar para você esta história. Nomino o médico, um Ser de Luz, cujo nome é Sebastião Russo.
E consigo também pedir à você que enterre todos os "eu não consigo", pois consegue tudo o que realmente quiser, se lembrar que somos Seres de Luz, co-criadores de nossa própria realidade.
Se eu consegui voltar a andar...você consegue também.

Walkyria Garcia
03/01/2008